GAC e BYD cobram exatamente R$ 159.990 por dois hatches elétricos de fichas opostas. O UT Elite traz 204 cv e bateria de 60 kWh; o Dolphin SE responde com eficiência, recarga mais rápida e uma autonomia anunciada de 405 km que, pelo Inmetro, vira 272 km.
R$ 159.990. O número é o mesmo na tabela da GAC e na tabela da BYD — ao centavo. De um lado, o Aion UT Elite, lançado em 2 de junho como topo de linha do hatch que estreou a faixa de entrada da marca no Brasil. Do outro, o BYD Dolphin SE, versão intermediária da família Dolphin, lançada em abril. O empate de preço coloca o consumidor diante de uma equação concreta: com o mesmo dinheiro, o que cada um entrega — e o que cada um cobra em troca?
Há uma assimetria que precisa ficar clara antes dos números. Elite é o teto da linha Aion UT; SE é o degrau do meio da família Dolphin, entre o GS (R$ 149.990) e o Plus. A comparação é legítima porque o preço empata — é assim que o consumidor decide —, mas o posicionamento interno de cada carro na sua marca é diferente. E é exatamente aí que mora o argumento da GAC: o UT Elite tem 204 cv e bateria de 60 kWh, a mesma combinação que, na família Dolphin, só aparece no Plus — versão que a imprensa especializada situa na casa de R$ 184 mil. A BYD não publica tabela de preços em seu site; o valor exato do Plus precisa ser confirmado em concessionária. Em uma linha: a GAC vende ferragem de Dolphin Plus a preço de Dolphin SE. Se essa conta fecha para o seu uso é o que esta matéria examina.
O que o Aion UT Elite é
O UT Elite usa motor elétrico dianteiro de 204 cv e 210 Nm sobre a plataforma AEP 3.0, dedicada a elétricos. A bateria LFP (lithium iron phosphate — fosfato de ferro-lítio) de 60 kWh, em arranjo que a GAC chama de Magazine Battery, entrega 310 km de autonomia pelo ciclo Inmetro. A aceleração de 0 a 100 km/h declarada é de 7,3 segundos; a velocidade máxima, 160 km/h. A recarga aceita até 6,6 kW em corrente alternada e até 87 kW em corrente contínua, com 30% a 80% em cerca de 24 minutos em condições ideais. Há V2L (vehicle-to-load), que permite alimentar equipamentos externos pela bateria.
O pacote de equipamentos é o ponto que a GAC mais explora: ADAS (Advanced Driver Assistance Systems — assistências à condução) de nível 2 completo, teto solar panorâmico com cortina elétrica, tampa do porta-malas elétrica, bancos dianteiros elétricos, câmera 360°, carregador por indução e estepe — item que o segmento vem abandonando. A suspensão combina McPherson na dianteira e barra de torção na traseira. São 4,27 m de comprimento e 2,75 m de entre-eixos, com porta-malas de 340 litros.
A oferta de lançamento agrega o que a GAC chama de pacote de entrada: wallbox da GAC Energy incluso, um ano de seguro gratuito, assistência rodoviária 24 horas por dois anos e primeira revisão sem custo. A garantia é de 8 anos ou 160.000 km para o veículo e 8 anos ou 200.000 km para a bateria. Ressalva que pesa: os R$ 159.990 são promocionais, válidos até 15 de junho. A GAC não divulgou o valor que vigora depois.
O que o BYD Dolphin SE é
O Dolphin SE chegou em abril como configuração inédita do Dolphin no Brasil: motor de 177 cv e 290 Nm, exclusivo desta versão, com 0 a 100 km/h em 8 segundos — em teste publicado pelo portal Carnow em maio, a marca medida foi 8,1 segundos. A bateria Blade de 45,12 kWh rende 272 km pelo ciclo Inmetro. A recarga em corrente contínua aceita até 80 kW e cumpre 30% a 80% em cerca de 20 minutos — quatro minutos mais rápido que o rival, com bateria menor para encher.

Duas evoluções técnicas diferenciam o SE dentro da família Dolphin. A primeira é a suspensão traseira multilink, independente, no lugar da barra de torção do GS — arranjo mais sofisticado que o do próprio Aion UT, que usa barra de torção. No teste da Carnow, o acerto foi descrito como mais firme e sólido que o das demais versões do Dolphin. A segunda é o pacote eletrônico: painel de 8,8 polegadas, central de 12,8 polegadas, carregador por indução de 50 W, seletor de marcha na coluna de direção e ADAS de nível 2 com alerta de ponto cego. São sete airbags, incluindo o central entre os bancos dianteiros.
A garantia segue a política que a BYD reformulou para a linha 2026/27: 6 anos ou 200.000 km para o veículo em uso particular — o teto de quilometragem é novidade; antes não havia limite — e 8 anos ou 200.000 km para a bateria.
A tabela: mesmos R$ 159.990, fichas opostas
| Especificação | GAC Aion UT Elite | BYD Dolphin SE |
|---|---|---|
| Preço | R$ 159.990 (promocional até 15/jun) ¹ | R$ 159.990 ² |
| Potência / torque | 204 cv / 210 Nm ¹ | 177 cv / 290 Nm ² |
| 0–100 km/h (declarado) | 7,3 s ¹ | 8,0 s ² |
| Bateria | 60 kWh (LFP) ¹ | 45,12 kWh (LFP Blade) ² |
| Autonomia (Inmetro) | 310 km ¹ | 272 km ³ |
| Recarga DC (30–80%) | até 87 kW, ~24 min ¹ | até 80 kW, ~20 min ² |
| Suspensão traseira | Barra de torção ¹ | Multilink ³ |
| Entre-eixos | 2,75 m ¹ | 2,70 m ⁴ |
| Porta-malas | 340 L ¹ | Divergência: 250 L ⁵ / ~345 L ⁴ |
| Estepe | Sim ¹ | Não confirmado ⁶ |
| Garantia do veículo | 8 anos / 160.000 km ¹ | 6 anos / 200.000 km ⁷ |
| Garantia da bateria | 8 anos / 200.000 km ¹ | 8 anos / 200.000 km ⁷ |
| Benefícios de lançamento | Wallbox + 1 ano de seguro + assistência 24h (2 anos) + 1ª revisão ¹ | Não divulgados ⁶ |
Fontes por número: ¹ Release oficial GAC Brasil, 02/jun/2026, reproduzido pelas publicações listadas em Fontes. ² Release oficial BYD Brasil (byd.com/br), abril de 2026. ³ Carnow — teste do Dolphin SE, 18/mai/2026; A Tarde — ficha do Dolphin SE, maio de 2026; Auto+ TV, jun/2026 (autonomia Inmetro confirmada nas três). ⁴ Especificações globais do BYD Dolphin (ficha internacional); a BYD Brasil não publica ficha técnica completa do SE em página aberta. ⁵ Autopapo — comparativo entre UT Elite, Dolphin SE, Ora 03 e MG4, 05/jun/2026. ⁶ Não localizado em fonte oficial até a publicação. Ver Limitações desta matéria. ⁷ CNN Brasil — nova política de garantia BYD linha 2026/27, maio de 2026.
Observações: autonomias em ciclo Inmetro (PBEV) nas duas linhas. Tempos de recarga declarados pelas marcas, em condições ideais de temperatura e potência do eletroposto. Preços consultados em 10/jun/2026, sujeitos a alteração.
A autonomia que a propaganda mostra e a que a etiqueta mede
Aqui está o dado que mais confunde quem pesquisa esses dois carros. O material de divulgação do Dolphin SE destaca 405 km de autonomia — número real, mas medido pelo ciclo NEDC (New European Driving Cycle), protocolo de laboratório dos anos 1990, reconhecidamente otimista, que a indústria chinesa ainda usa em comunicação. Pelo Inmetro, que mede em condições mais próximas do uso brasileiro, o mesmo carro rende 272 km. A diferença entre o número do anúncio e o da etiqueta é de 133 km — quase um terço.
O Aion UT Elite divulga 310 km já em ciclo Inmetro. Colocados no mesmo protocolo, portanto: 310 km contra 272 km, vantagem de 38 km para o UT. Quem comparar o 310 do UT com o 405 do SE estará comparando réguas diferentes — e chegando à conclusão invertida.
Vale notar o outro lado da mesma conta: o SE faz seus 272 km com bateria de 45,12 kWh, enquanto o UT precisa de 60 kWh para os 310 km. Dividindo capacidade por alcance homologado, o consumo implícito fica em torno de 16,6 kWh/100 km no BYD contra 19,4 kWh/100 km no GAC — o Dolphin SE é o carro mais eficiente; o Aion UT compensa com tanque maior. No teste da Carnow, o SE marcou 7,5 km/kWh na cidade e 7,2 km/kWh na estrada. Não há ainda teste independente de consumo do UT Elite publicado no Brasil.
O que muda no bolso: recarga, seguro e o relógio de 15 de junho
Para quem recarrega em casa, a eficiência maior do SE se traduz em diferença pequena. A R$ 0,85 por kWh — tarifa de referência que a própria BYD usa em seu material —, o custo aproximado por quilômetro fica em R$ 0,14 no Dolphin SE e R$ 0,17 no Aion UT Elite, pelo consumo implícito da homologação. Em 1.000 km mensais, a distância é de cerca de R$ 25 por mês. O cálculo é aproximado: ignora perdas de recarga (tipicamente perto de 10%) e assume o consumo homologado, que o uso real costuma piorar.
Os benefícios de lançamento do UT pesam mais que essa margem. O wallbox residencial incluso elimina um custo de instalação que o comprador do SE assume por conta própria, e um ano de seguro gratuito é benefício relevante na faixa dos elétricos — o valor exato depende de perfil e região, e o consumidor deve cotar o seu caso. Na outra ponta, a rede pós-venda favorece a BYD com folga: são mais de 200 concessionárias no país. A GAC informa cerca de 60 lojas, com meta de 100 até o fim do ano; o levantamento do Autopapo de junho aponta menos de 30 em operação plena. A divergência fica registrada — para quem mora fora das capitais, é prudente verificar a distância da concessionária GAC mais próxima antes de assinar.
E há o relógio: os R$ 159.990 do UT Elite valem até 15 de junho. Depois dessa data, o empate de preço que estrutura esta comparação pode deixar de existir. A GAC não divulgou a tabela pós-promoção.
Onde cada um deixa a desejar
O Aion UT Elite não tem teste de colisão publicado por nenhum protocolo NCAP — verificação feita em 26 de maio, quando da cobertura do lançamento. A suspensão traseira por barra de torção é arranjo mais simples que o multilink do rival, e reviews internacionais do modelo (CarsGuide, Austrália; Auto Esporte, em unidade chinesa) apontaram acerto de suspensão muito macio e, no caso australiano, ruído agudo do motor entre 60 e 80 km/h — observações sobre unidades de outros mercados, que podem ou não valer para a calibração brasileira. A marca tem um ano de operação no país e rede em construção.

O Dolphin SE entrega menos potência, menos autonomia homologada e bateria menor pelo mesmo preço, e a BYD não publica em página aberta a ficha técnica completa da versão — o que explica a divergência de porta-malas registrada na tabela (250 litros segundo o comparativo do Autopapo; cerca de 345 litros pela ficha internacional do Dolphin). A presença de estepe no SE não foi confirmada em fonte oficial; as demais versões da família divergem nesse item, e o comprador deve conferir no carro físico. A nova política de garantia da BYD, embora ainda acima da média do mercado, reduziu a cobertura para uso particular ao introduzir o teto de 200.000 km.
Para quem cada um faz sentido
Para quem roda muito e viaja com alguma frequência, o UT Elite entrega o seguinte: 38 km a mais de autonomia homologada, bateria 33% maior, mais potência para estrada e garantia de veículo dois anos mais longa. O wallbox e o seguro inclusos reduzem o custo do primeiro ano.
Para quem usa o carro majoritariamente na cidade e prioriza eficiência, a equação muda: o Dolphin SE consome menos por quilômetro, recarrega o miolo da bateria em menos tempo, tem suspensão traseira mais sofisticada e está amparado por uma rede de assistência três vezes maior — ou mais, a depender de qual contagem da rede GAC se confirme.
Para quem precisa decidir nesta semana, o dado decisivo é a data: até 15 de junho os dois custam o mesmo. Depois, a conta precisa ser refeita com a tabela definitiva da GAC.
A decisão entre eles depende de variáveis individuais — quilometragem mensal, acesso a recarga residencial, distância da concessionária, apetite por marca estreante contra marca estabelecida. Não existe resposta única para a pergunta do título: a conta fecha para alguns usos e não fecha para outros.
Carango Responde
1. O GAC Aion UT Elite e o BYD Dolphin SE custam o mesmo?
Sim, na data desta matéria: R$ 159.990 ambos. O valor do UT Elite é promocional de lançamento, válido até 15 de junho de 2026 — a GAC não divulgou o preço posterior. O do Dolphin SE é o preço sugerido desde o lançamento, em abril de 2026.
2. Qual tem mais autonomia: Aion UT Elite ou Dolphin SE?
Pelo ciclo Inmetro, o Aion UT Elite: 310 km contra 272 km do Dolphin SE. Os 405 km divulgados para o SE são medidos pelo ciclo NEDC, protocolo mais otimista que o brasileiro. Comparações de autonomia só valem dentro do mesmo ciclo de medição.
3. Qual dos dois é mais barato de rodar?
O Dolphin SE consome menos energia por quilômetro (cerca de 16,6 kWh/100 km contra 19,4 kWh/100 km do UT, pelo consumo implícito da homologação). Em recarga residencial a R$ 0,85/kWh, a diferença fica em torno de R$ 25 por mês para 1.000 km rodados. O UT compensa parte disso com wallbox e um ano de seguro inclusos na oferta de lançamento.
4. Qual tem a melhor garantia?
Depende do uso. A GAC dá mais tempo: 8 anos ou 160.000 km para o veículo. A BYD dá mais quilometragem: 6 anos ou 200.000 km. Para quem roda acima de 20.000 km por ano, o limite da GAC chega antes; para quem roda pouco, os dois anos extras da GAC valem mais. A bateria tem cobertura igual nos dois: 8 anos ou 200.000 km.
5. O Aion UT Elite tem o mesmo conjunto do Dolphin Plus?
A combinação central é a mesma — motor de 204 cv e bateria na casa dos 60 kWh —, que na família Dolphin só existe no Plus, versão situada pela imprensa especializada na faixa de R$ 184 mil. Calibrações, equipamentos e dimensões diferem entre os dois carros; a equivalência é de conjunto motriz, não de produto.
6. Algum dos dois tem teste de colisão NCAP?
O Aion UT não tinha rating publicado por Latin NCAP, Euro NCAP ou ANCAP em verificação de 26 de maio de 2026. Para o Dolphin SE em configuração brasileira, não foi localizado teste específico até a publicação. O comprador pode acompanhar diretamente os sites do Latin NCAP e da Euro NCAP.
7. Vale esperar o fim da promoção do UT para decidir?
A promoção termina em 15 de junho de 2026, e a GAC não informou a tabela seguinte. Quem espera assume o risco de o empate de preço desaparecer; quem decide antes trava o valor atual. Não há como prever o movimento da marca — registre-se apenas que a tabela promocional inclui também bônus de R$ 4 mil na versão Premium, sinal de lançamento agressivo.
Glossário
Inmetro / PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular): ciclo oficial brasileiro de medição de consumo e autonomia. Tende a ser mais conservador — e mais próximo do uso real — que os ciclos NEDC e CLTC.
NEDC (New European Driving Cycle): ciclo de homologação europeu dos anos 1990, substituído na Europa pelo WLTP, mas ainda usado em material de divulgação por marcas chinesas. Produz números de autonomia sistematicamente mais altos que o Inmetro.
LFP (Lithium Iron Phosphate — fosfato de ferro-lítio): química de bateria sem níquel e cobalto, com boa estabilidade térmica e durabilidade. Usada nos dois carros desta matéria; Blade (BYD) e Magazine (GAC) são nomes comerciais dos arranjos físicos das células.
V2L (Vehicle-to-Load): função que permite usar a bateria do carro para alimentar equipamentos externos (ferramentas, eletrodomésticos) por meio de adaptador.
ADAS (Advanced Driver Assistance Systems): conjunto de assistências eletrônicas à condução. Nível 2 indica controle simultâneo de aceleração, frenagem e esterçamento em condições específicas, sempre sob supervisão do motorista.
kWh (quilowatt-hora): unidade de energia que mede a capacidade da bateria. O consumo de elétricos é expresso em kWh/100 km ou km/kWh.
Notas técnicas
- Preços: consultados em 10 de junho de 2026. O valor do Aion UT Elite é promocional, válido até 15 de junho de 2026, segundo a GAC. Sujeitos a alteração sem aviso.
- Autonomia e consumo: valores Inmetro/PBEV homologados. O consumo implícito citado (capacidade nominal dividida pela autonomia homologada) é aproximação que desconsidera perdas de recarga, tipicamente próximas de 10%. Uso real varia com clima, relevo, climatização e condução.
- Tempos de recarga: declarados pelos fabricantes para condições ideais de temperatura e potência plena do eletroposto.
- Projeção de custo: tarifa de R$ 0,85/kWh usada como referência (a mesma adotada pela BYD em seu material comercial); tarifas reais variam por distribuidora, bandeira e horário.
- Garantias: termos divulgados pelas marcas em junho de 2026 (GAC) e na política de linha 2026/27 (BYD); condições completas constam dos manuais e podem ter exclusões por uso comercial.
Como apuramos
Fontes primárias: releases oficiais da GAC Brasil (02/jun/2026) e da BYD Brasil (abril/2026), sites oficiais das duas marcas e da Geely (para contexto de mercado). Fontes secundárias jornalísticas: testes e coberturas de Carnow, A Tarde, Auto+ TV, Autopapo, CNN Brasil, AutoData, AUTOO, Vrum, Canal VE e Garagem360, todas com data de consulta entre 26 de maio e 10 de junho de 2026. A autonomia Inmetro do Dolphin SE (272 km) foi confirmada em três fontes independentes. Cálculos de custo: consumo implícito derivado de capacidade e autonomia homologadas, com método e ressalvas descritos nas Notas técnicas. Divergências entre fontes estão registradas no texto e no controle interno da publicação. Não houve contato com as assessorias das marcas para esta matéria.
Fontes
- GAC Brasil — release oficial de lançamento do Aion UT, 02/jun/2026 (reproduzido pelas publicações listadas).
- BYD Brasil — release oficial de lançamento do Dolphin SE e Yuan Plus 2027 (byd.com/br), abril de 2026.
- BYD Brasil — página oficial do Dolphin Plus (byd.com/br/car/dolphin-plus), consultada em 10/jun/2026.
- Carnow — “BYD Dolphin SE 2026 resolve problemas por R$ 10.000 a mais, mas vale a pena?”, 18/mai/2026.
- A Tarde — “Novo BYD Dolphin; tudo sobre preço, autonomia e recarga rápida”, maio de 2026.
- CNN Brasil — “BYD altera política de garantia para modelos 2026/27; veja o que mudou”, maio de 2026.
- CNN Brasil — “GAC Aion UT: novo elétrico estreia no Brasil a partir de R$ 135,9 mil” (blog Jorge Moraes), jun/2026.
- Vrum — “GAC Aion UT chega em duas versões a partir de 139 mil reais”, jun/2026.
- Encontracarros — “GAC Aion UT é lançado no Brasil” (faixa de preços da linha Dolphin), jun/2026.
- Mercado Livre (blog editorial) — “Garantia BYD: saiba quanto dura e como usar”, dezembro de 2025.
- CarsGuide (Austrália) — review do GAC Aion UT, maio de 2026.

